Muitas mulheres pensam que devem abandonar sua rotina de exercícios assim que ficam grávidas. De fato, houve um tempo em que os médicos hesitavam em recomendar exercícios, devido ao receio de efeitos desconhecidos e preocupados que o esforço excessivo pudesse levar a perda da criança ou causar algum dano ao feto.

Pesquisas realizadas no final dos anos 80 levaram os médicos a pensar de uma maneira diferente. Desde então, mulheres grávidas são incentivadas a se manter em forma por meio de dieta e atividade física. O Guia do Instituto Americano de Ginecologia e Obstetrícia recomenda que mulheres grávidas façam 30 minutos ou mais de exercícios moderados todos os dias da semana ou o maior número possível de dias.Os benefícios incluem a prevenção contra a obesidade, diabete gestacional, possível prevenção contra pressão alta e bem estar psicológico.

Voltando à forma depois da gravidez

Após do nascimento de seus filhos, muitas mulheres sofrem para perder o peso adquirido durante a gravidez, mas existem também alguns problemas de saúde sérios associados à maternidade. Ela aumenta o risco da mulher se tornar obesa. Um estudo mostrou que o risco de obesidade aumenta 7% com cada gravidez. Outro estudo descobriu que mulheres que ganham mais de 17 kg durante a gravidez, estão mais sujeitas a estar acima do peso 15 anos depois do que aquelas que ganham menos peso.

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Recentemente, o jornal The New York Times publicou artigo referente ao estudo realizado por pesquisadores Europeus que analisa o quanto a herança genética influencia o nosso desejo em praticar atividade física.

Na Austrália, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Noruega, Suécia e Reino Unido, foram estudados 37.051 pares de gêmeos, empregando métodos estatísticos avançados que permitiram concluir que 60% das diferenças no comportamento em relação à prática da atividade física está ligada à genética.

Os pesquisadores determinaram um padrão básico de uma hora por semana de caminhada ou algum outro tipo de atividade equivalentes para classificar as pessoas como “ativas”, sendo que apenas 44% dos homens e 35% das mulheres enquadraram-se no padrão. O interessante, contudo, é que os gêmeos idênticos demonstraram ser mais sucetíveis a apresentar o mesmo padrão em relação à prática da atividade física do que os gêmeos bivitelinos.

O resultado do estudo publicado pelo Public Library of Science é um alerta no sentido de que muitas pessoas provavelmente não irão aderir a programas de atividade física em razão da influência genética.

Entender a genética das pessoas ativas é importante pois muitos não se exercitam, mesmo cientes da necessidade por questões de saúde. Os pesquisadores acreditam que o estudo da genética permitirá encontrar formas de tornar os exercícios mais fáceis ou atrativos para as estas pessoas. Em última análise, será possível entender que certas pessoas estariam geneticamente pré-dispostas a sentir dores musculares após correr, direcionando este grupo para outro tipo de atividade.

Independentemente do quanto possamos entender quanto a influência da genética na prática da atividade física, nada justifica a falta de iniciativa pois, acima de tudo, está a nossa escolha de manternos ativos e saudáveis.

Fonte The New York Times


Quando o assunto é dor de cabeça a solução pode estar na academia. Especialistas apontam que a prática regular de atividade física tem o poder de diminuir não só a frequência de crises, mas também suas intensidades. Segundo eles, a liberação de neurohormonios como a endorfina e epinefrina estariam ligados à atenuação da dor. Entretanto, ressaltam que para diferentes tipos de cefaléia há específicas indicações de exercícios.

Dentre as centenas de possibilidades de dores de cabeças, as do tipo tensional (geralmente, provocadas por estresse, tensão pré-menstrual, etc) são as que melhor respondem ao estímulo fitness, sobretudo os aeróbicos. O educador físico Isaias Rodrigues, explica que esse tipo de exercício atua diretamente sobre o aumento do fluxo sanguíneo no cérebro, auxiliando o processo de diminuição de dor. “Para as dores de cabeça originadas pela flutuação hormonal, caso da TPM, sugerimos intensas atividades cardiovasculares, como corrida, spinning e aulas em circuitos. Por sua vez, aquelas originadas pela mudança na dieta, muito comum em processos de emagrecimento, sessões de musculação de alta intensidade são mais indicadas”.

Para as dores provocadas por estresse, o educador orienta a praticar atividades que estimulam o relaxamento e/ou mudança do foco de atenção. Aulas de pilates, yoga e alongamento produzem grandes resultados para esse tipo de dor. Aqueles, contudo, que preferem atividades mais dinâmicas, a sugestão fica por conta das aulas de dança, como jazz e as de salão.

Fuente Isaías Rodrigues / Monday Academia

 

O suor é a resposta normal do corpo de uma pessoa ao calor. Quando o nosso corpo atinge 37ºC, o suor age como um mecanismo de refrigeração para que a temperatura se mantenha em 36ºC, ideal para o funcionamento dos órgãos humanos.

De acordo com pesquisa feita na Universidade de Osaka, no Japão, as mulheres suam menos que os homens. Além disso, elas começam a suar depois dos homens pois o seu corpo inicia o procedimento de refrigeração somente após atingir uma temperatura mais elevada, o que afeta seu desempenho durante o exercício. Já o homem, por iniciar mais cedo o processo de transpiração, consegue manter seu corpo resfriado por mais tempo e, consequentemente, ter um melhor desempenho durante a atividade física.

No entanto, isso não significa que a performance masculina durante o exercício será sempre melhor. O VO2Max, ou seja, a capacidade que um individuo tem de melhor aproveitar o oxigênio respirado está diretamente ligada a melhora no seu desempenho. Quanto melhor for essa capacidade, mais bem condicionada a pessoa estará, e sendo assim, seu suor terá uma distribuição mais uniforme pelo corpo. De acordo com Márcio Scomparin, gerente técnico da Monday Academia, a pessoa passa a suar também nas extremidades como na canela e no antebraço. “Indivíduos com pouco condicionamento físico tendem a ter o suor centralizado no peito, costas e nuca, justamente para manter a refrigeração de órgãos vitais”.

Uns suam mais, outros menos, parte de um processo natural do ser humano. Entretanto, durante a convivência na academia é importante atentar para alguns cuidados adicionais. Encontrar o aparelho molhado de suor é uma das principais queixas que as academias recebem e além de ser desagradável, não é nada higiênico. Portanto, para que o seu suor não prejudique a convivência na academia, não esqueça de levar uma toalha para proteger o aparelho que for utilizá-lo.

Fonte Marcio Scomparin / Monday Academia
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